Nuno Sampaio

 

Aos 11 anos o meu pai deu-me a primeira máquina fotográfica, uma Kodak que cabia no bolso das minhas calças presas por suspensórios. Aos 14 já fotografava com uma Canon A-1, (que não cabia no bolso das minhas calças) e devorava todos os livros sobre fotografia que habitavam na biblioteca lá de casa. Hoje, fotojornalista, devo-o a todos os disparos enquanto criança; devo-o a um pai que fotografava o mundo sob a importância da família; devo-o ao sonho que me foi fotografando a alma. Dedico-me à entrega de uma dia documentado com disparos que traduzem, não só os sentimentos e as emoções, mas também a arte da fotografia na sua essência mais pura!